A gente costuma começar a pensar em saúde quando alguma coisa começa a dar errado: Dor nas costas, falta de disposição, um exame alterado, perda de força, dificuldade para subir escadas... E quando percebe, já está tentando recuperar algo que poderia ter sido construído décadas antes.
Um estudo publicado na PLOS One comparou o envelhecimento funcional de idosos no Brasil e na Europa e encontrou uma diferença que deveria nos fazer pensar: no Brasil, a perda de autonomia para atividades do dia a dia começa, em média, por volta dos 70 anos. Na Europa, por volta dos 80. DEZ anos!!!!!
Mas o que significa perder autonomia?
Não estamos falando apenas de envelhecer. Estamos falando de conseguir tomar banho sozinho, se vestir, cozinhar, subir uma escada, pegar um transporte, administrar o próprio dinheiro e viver sem depender de outra pessoa para tarefas básicas. E talvez seja justamente aqui que o esporte entre em uma conversa muito maior do que estética. Você não treina apenas para o seu corpo de hoje, você treina para o corpo que quer ter daqui a 10, 20, 30 anos. Força muscular não serve apenas para levantar mais peso na academia, ela serve para levantar da cadeira aos 75. Equilíbrio não serve apenas para melhorar sua performance, ele pode ser a diferença entre continuar vivendo com independência ou passar a depender de alguém depois de uma queda.
"Mobilidade não é apenas conseguir fazer um movimento bonito....
É conseguir amarrar o próprio tênis"

Essa (acima) é a incrível Joan MacDonald
Cardiovascular não é apenas correr uma prova. É ter disposição para brincar com seus filhos e netos, viajar, caminhar por uma cidade e continuar descobrindo lugares quando estiver mais velho.
É por isso que esporte, para nós, nunca foi apenas sobre aparência... ele TRANSFORMA VIDAS (e futuros já que a velhice começa muito antes dos 70!)
O estudo utilizou o ICOPE, ferramenta da Organização Mundial da Saúde que avalia diferentes dimensões da capacidade funcional, incluindo mobilidade, cognição, vitalidade, saúde mental e funções sensoriais. E as trajetórias encontradas não diferem apenas pela idade em que o declínio aparece. O estudo aponta diferenças também na velocidade dessa perda. Entre os fatores associados a melhores trajetórias aparece a escolaridade. Já doenças crônicas e uma percepção negativa da própria saúde estão associadas a maior declínio, especialmente entre os brasileiros. Isso mostra uma coisa importante: envelhecer bem não é apenas uma questão de genética.
Existe muito que construímos — ou deixamos de construir — ao longo da vida. Então comece antes de precisar.
- Você não precisa virar atleta.
- Não precisa correr uma maratona.
- Não precisa levantar 100 kg.
- Não precisa gostar de academia..... Mas precisa se mexer!
Caminhar, nadar, dançar, pedalar, jogar tênis, fazer musculação, praticar yoga, correr, fazer um esporte coletivo...... Encontrar alguma forma de movimento que você consiga sustentar por muitos anos. Porque talvez o maior benefício de praticar esporte hoje não esteja no espelho... Está na liberdade que você quer ter amanhã.
A gente fala muito sobre longevidade como a quantidade de anos que queremos viver. Mas a pergunta mais importante é outra: Quantos desses anos você quer viver com autonomia?
Na ALKE, acreditamos que evolução não é chegar mais rápido. Pensamos em Long Live Performance. É construir um corpo capaz de continuar acompanhando você ao longo da vida.
Wear Your Evolution.
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